Instant Messaging no iPhone...


Hoje foi dia de explorar a vertente de Instant Messaging (IM) no iPhone. Uso dois programas:

Beejive” - Onde tenho configuradas as minhas contas de MSN, AOL e GoogleTalk (jabber). É só texto. Até o iPhone ter o push para as aplicações a funcionar é a melhor solução que encontrei. Faz uso do e-mail do MobileME para me dar notificações de que alguém me enviou uma mensagem, com o link para abrir a aplicação. Não é uma solução perfeita mas é “a melhor possível” para aplicações que façam uso das ferramentas oficiais de desenvolvimento (que não permitem daemons a correr no iPhone). A aplicação propriamente dita está particularmente bem feita e rápida, e o interface é particularmente agradável. Custa cerca de $15 USD.

Fring” - Onde tenho apenas configurada a conta de “Skype”. Suporta texto e voz. Não tem (ainda) nenhuma solução para “push”, pelo que para se estar online é preciso deixar a aplicação a correr, o que dá cabo da bateria em poucas horas. Testei as chamadas via “Skype out” e funciona lindamente. Se tivesse tido isto instalado quando fui aos Estados Unidos tinha poupado 300 euro em chamadas. Quando suportar push fica a aplicação mais completa de IM do iPhone a suportar “n” sistemas de SIP/MSN/SKYPE. Custa 0 euro!

Não estou satisfeito, o iPhone precisa de “push” universal e acessível a todas as aplicações (de IM e Jogos em particular), mas já tenho VOIP e um acesso permanente a Instant Messaging.

A bateria do iPhone (e dos restantes smartphones do mercado) é uma vergonha. O “push” da Apple precisa de melhorar muito, se ficar a consumira a mesma bateria que o blackberry seria muito bom, e o sistema operativo ainda tem muito que pedalar para ser adequado a ser usável com estas baterias actuais. O meu iPhone, com a minha utilização normal a nível de chamadas telefónicas, tem bateria para 8/12 horas com tudo o que eu quero que ele faça ligado, para dia e meio se eu desligar o push, para dois dias se eu desligar o push e o 3g, para 3 dias se eu desligar também o meu call manager (que é impensável). É curto.

A bateria do iPhone em “cenários reais” não representa um problema. Nunca fiquei “apeado” em dois meses. Mas é assim porque, quando estou em dias de trabalho, o carrego (uns minutos) quase todos os dias no escritório (backups e sincronização de dados são as causas) e quase todas as noites. Ao fim de semana “brinco mais com ele” (iPod, jogos, etc) e tenho de dar mais atenção ao nível de bateria.
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